Capítulos
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um guerreiro triste guarda sua explosão em uma prateleira talvez a use provável não. Guarantã, guerreiro triste não veste mais a máscara de apocalipse guerreia um tanto, chora um tanto carrega derrotas, e derrotas, e derrotas... Guarantã procura a tribo dos que não se rendem dos que nunca aceitam dos que não escapam à sina Guarantã, era bem nascido, e foi como os demais, feliz. Depois, veio o mau destino, o mau gênio da vida... Guarantã sonhava ser químico então foi descoberto pelo…-
1,9 K • Completed
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Ia ignorar o cheiro de cigarro no banheiro, todo mundo sabe que tem gente que fuma escondida nos banheiros, estava pronta para voltar para casa, mas o all star vermelho com desenhos sob a porta era inconfundível. — Pâmela? — perguntou como apresentação. — Vai embora, novata. — ela ordenou como resposta. “Novata? Quem fala assim no dia a dia?”, Roberta se perguntou, mas respondeu um “tudo bem” Pâmela conseguia se encaixar em praticamente todos os clichês de adolescente…
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11,3 K • Ongoing
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Não tinha sido difícil ficar para arrumar a sala com Arthur. Stephany saiu antes dele terminar a fala de encerramento das atividades e Pâmela foi imediatamente atrás. Os outros não demoraram. — O que há entre a Pâmela e a Stephany? — Roberta perguntou, apesar de querer perguntar mesmo é o que havia entre ele e Pâmela. — Dano colateral — ele respondeu enquanto embalava o resto dos biscoitos, sem alterar o tom de voz — Pâmela faz de tudo para me irritar tem um tempo. Acaba que a…
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11,3 K • Ongoing
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— Uma interpretação comum d'A Tempestade é de Miranda como um arquétipo da descoberta da adolescência, do amor romântico… Aliás, Shakespeare é um dos primeiros a falar do amor romântico, junto com Dante. — Arthur colocou, para não deixar o debate morrer em meio a uma pausa. — Mas não é improvável que um jovem se identifique com Próspero, por exemplo. — Roberta finalmente fez a grande questão do seu fim de semana. — Não, claro, — Stephany, uma garota do teatro, retrucou…
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11,3 K • Ongoing
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O porta-retratos mostrava os três em Aparecida, Agda é católica, felizes. A foto tinha quatro meses, pouco antes da tempestade começar. “Todos os demônios estão aqui”, repetiu o trecho. Não era o melhor humor do mundo para a primeira visita aos velhos amigos e Beatriz percebeu. — Até parece que vai visitar um túmulo. — Ela resmungou enquanto tirava o misto do tostador. — Eles vão perguntar como eu estou. — Roberta respondeu desanimada. — E você não pode responder isso?…
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11,3 K • Ongoing
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— Claro. Podem ficar até com tudo. — Cida respondeu indignada. — Sua mãe fez uma coisa muito errada em me dar tudo isso. — Ela está muito triste… — Roberta defendeu Agda no automático. — Meu filho também fez uma coisa muito errada com ela, — Beatriz interrompeu com voz suave — entendo ela estar com raiva. Mas dois erros… — Não fazem um acerto. — Cida completou. — Vou separar só umas coisas; quarta vou à Catanduva e pergunto o que ele quer guardar. — Beatriz…
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11,3 K • Ongoing
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— Como está o pai? — perguntou assim que a avó fechou a porta. — Fui lá anteontem. — ela parecia mais velha que antes, mais cansada que antes; derrotada — O juiz ainda não decidiu se ele vai pro pinel, se pode vir pra casa ou se continua lá. — Mas já fez três meses que ele está lá. — respondeu indignada. — Eu sei, minha filha. — Beatriz suspirou antes de repetir — Eu sei… — Desculpa, vó, é que… — Roberta começou, mas foi interrompida. — Você é…
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11,3 K • Ongoing
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O Sol descia no horizonte incendiando as plantações de cana e abacaxi que passavam pela janela do ônibus. Ainda era sábado, ia dormir em Icém, na casa da avó. — Oi, Roberta. — Aparecida respondeu ao telefone animada como sempre — Estava esperando você ligar.— Oi, Cida, — Roberta sussurrava ao telefone com medo de ser ouvida no quarto ao lado — eu queria saber se vai ter pechincha amanhã.— Sim, mas as coisas do Ronaldo não vão para lá. — Como voltar para casa… Em…
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11,3 K • Ongoing
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